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Festival de chapéus

Era para ser uma competição de obstáculos com cavalos e cavaleiros premiados.
Um lugar lindo , muito bem preparado para o acontecimento, inúmeros participantes do mundo inteiro, inclusive um brasileiro.
Várias atrações paralelas, exposição de artesanato, exposição de alunos de design muitas barracas de comida…, mas, na verdade verdadeira… a atração principal foram os chapéus.
O inusitado, para mim, mas o tradicional para o evento, foi mais forte e roubou meu olhar, mas também o da maioria que foi mais pelos chapéus do que pelos lindos cavalos e cavaleiros de competição.
Os irlandeses apostam em tudo e nos cavalos é hábito diário.
O que eu não sabia era o fetiche que exercem os chapéus num evento como esse.
Quem vai sem chapéu, como eu, não existe.
É como baile a fantasia, ou veste a fantasia ou fica de fora!
Desfiles, maquiagens, designers, prêmios para o melhor chapéu, o mais criativo, a roupa mais adequada, a mais elegante, para os homens também…
Prêmios altíssimos!
Os lindos cavalinhos ficaram ofuscados pela exuberância dos chapéus.
Todo mundo se produziu, bom gosto não é necessariamente um requisito importante.
O que importa é a produção, para os modelos e seus criadores.
Final de festa, trocam-se os sapatos altíssimos pela sandália folgazã e vamos tomar uma Guiness porque ninguém é de ferro!

Autor:

Visual artist and cultural activist

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