Publicado em Café com Letras

Raissa Ferrari e Eliana Rigol

A 10a edição do Café com Letras me obriga, necessariamente a uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido no último ano.

Começamos em junho de 2011 com Guiomar Campbell falando sobre Aroma Terapia. Guiomar foi nossa cobaia e primeira incentivadora ao acreditar no sucesso do Café com Letras. Começamos com 20 participantes e os números foram se multiplicando. Hoje as reservas sempre ultrapassam a capacidade do Cajú.

A parceria com o Restaurante Caju funciona com base no entusiasmo comum e em um esquema simples: Mário fecha o restaurante para o Café com Letras e faz o café , um conforto para todos que não precisam trazer nada de casa. Eu cuido do resto.

O café do Mário já se tornou uma atração por suas guloseimas bem brasileiras. É o sabor do Brasil.

Muita coisa mudou e foi se ajustando ao interesse geral. O Café com Letras começou só para mulheres e já de algum tempo os homens foram pedindo e ganhando espaço. Os mais jovens se juntam aos mais velhos, e nossa convivência vai se enriquecendo a cada novo encontro.

O que não mudou e faço questão de preservar é o uso da nossa língua Mãe que faz com que todos se sintam em casa.

É a nossa cultura e a preservação de nossas raízes.

Agradeço imenso a todos os palestrantes que fizeram do Café um palco de grande responsabilidade para mim e interesse para todos.

Já passaram por aqui além de Guiomar, Danielle Lisboa, Wanja Nóbrega, Simone Bohn, Valeria Sales, Denise Gastaldo, Hudson Moura, Letícia Amaral e Eliana Rigol com Raissa Ferrari. Um time prá ninguém botar defeito e ao qual não podia deixar de querer somar-me também com meu testemunho sobre as artes plásticas no Brasil.

Os temas abordados foram os mais variados, mas buscando o interesse geral: música, empreendedorismo, violência contra a mulher, a importância do português para nossos filhos, cinema brasileiro, artes plásticas, decoração e fotografia.

Os voluntários têm um papel importante em tudo isso, desde a recepção até as fotografias e filmagens com que registramos nossos cafés.

Ainda me falta alguém para me ajudar na edição das palestra. Gostaria de publicar o resumo de cada uma. É um material precioso. Terei ouvido algum oferecimento?

Também agradeço as doações de prêmios que já se tornaram uma prática. Os prêmios são um gesto simpático de quem oferece e também divulga o seu trabalho.

Mario sempre oferece 2 jantares no Caju. Eu faço um brinde do Café e os outros prêmios são belas surpresas que recebemos na maior parte das vezes na hora do sorteio. Tudo absolutamente espontâneo.

Não tenho nenhum patrocinador, como muitos às vezes presumem. É o prazer pessoal que me anima para a organização desses encontros e o apoio de meu esposo e companheiro.

E assim o Café com Letras vem se afirmando e recebe a todos com um grande abraço, porque amizade, carinho e generosidade nunca são demais.

Isso é o que considero o” jeitinho brasileiro”.

Autor:

Visual artist and cultural activist

3 comentários em “Raissa Ferrari e Eliana Rigol

  1. Solange querida, que idéia maravilhosa. Parabéns! Continuem estreitando e fortalecendo esses laços de amizade, cultura e carinho, que só faz bem. Saudades enormes e um tremendo desejo de aprender mais desse “jeitinho brasileiro”.

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