Arte brasileira no City Hall…

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                                     Brazilian Art Exhibition

Esse ano, Tânia Nuttal decidiu celebrar os 25 anos de imigração brasileira para o Canadá com uma exposição de artistas brasileiros no Canadá, como parte dos festejos do Brazilian Day.

A cidade de Toronto que recebeu tão bem tantos brasileiros ,ofereceu o City Hall  para essa exposição. E eu, Solange Escosteguy, fui incumbida da organização dessa mostra.

Foram selecionados 5 fotógrafos:Denise Militzer, Eliana Rigol , GustavoToledo, Raissa Ferrari e João Paulo Barbosa de Brasília e 7 pintores: Avi Neto, Beto Jardim, Carlito Palmeira, Christian de Araújo, Sandro Liberato, Selma de Abreu, Solange Escosteguy e Wiliam Bibiano da Silva que veio de São Paulo.

As fotos são um belo exemplo da diversidade geográfica do Brasil.

Os pintores revelam, por sua vez a diversidade de temas e estímulos de nossa cultura.

Pais de imigrantes, o Brasil acolheu não só portugueses e africanos, mas diversos países da Europa e Ásia.

É surpreendente como essa mistura de raças , linguagens e religiões, originou uma única cultura que forma uma nação de 200 milhões de habitantes.

A exposição é uma pequena mostra da diversidade  e maturidade que marcou  a evolução de nosso pais.

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Edição extra do Café com Letras com Zé Padilha

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O encontro com José Padilha inaugurou uma nova modalidade para o Café com Letras. Com o horário da tarde saiu o café , entrou a caipirinha. Adeus aos bolinhos e salve o pão de queijo.

O horário deu certo e vamos repetir de vez em quando. Foi muito bom ter a presença de amigos que sempre quiseram participar cujo horário de  trabalho não permite.

Também   tivemos um palestrante visitante, que não pertence a nossa comunidade local. Sempre que possível, farei edições extras com visitantes  ilustres. Padilha está em Toronto para dirigir  Robocop 2. Trouxe com êle a sua equipe o que, sem duvida, lhe dá a tranqüilidade necessária para desenvolver o trabalho.

O ônibus 174, Tropa de Elite 1 e Tropa de Elite 2 são referências obrigatórias na história do cinema brasileiro sob todos os pontos de vista, inclusive de recordes de bilheteria e de cópias piratas…

Uma vez mais podemos constatar que sucesso não vem do nada. Padilha nos deixou mais que claro que ser um cineasta de sucesso é o fruto de um trabalho maduro, com muito foco e extremo talento.

Sem qualquer concessão na seriedade do debate, Padilha trata temas como a violência, a corrupção, ou as drogas. Todos temas que nos angustiam e ultrapassam tantas vezes nossa patética insistência em procurar sentido e equilíbrio no mundo em que vivemos.

O bate-papo desenvolveu-se em torno das muitas  perguntas de um público interessado em cinema e como o cinema representa nossas vidas. Perguntas de ordem prática, perguntas curiosas, perguntas políticas , perguntas todas elas que revelavam sensibilidade.

Para tudo Padilha teve uma resposta e em tudo foi generoso, nas quase 2 horas de um diálogo informativo e extremamente simpático.

Só podemos agradecer o enorme privilégio de ter tido Padilha conosco e o tempo que dedicou ao Café com Letras. Todos vibraram.

Como sempre fizemos nosso sorteio e agradeço aos brindes dos participantes do Café com Letras.

Sara Cake’s ofereceu um bolo decorado para uma ocasião especial.

Marta, “Mãos de Rainha”, ofereceu 2 serviços de manicure e pedicure.

Guará, da Maison Brasil”, ofereceu um serviço de cabelereiro.

Dr. Olavo Queiroz um branqueamento para dentes mais belos.

Bárbara de La Fuente que organiza o Festival de cinema brasileiro, ofereceu um passe para todos os filmes, estaremos lá também.

Como sempre o Mario sorteou um jantar no Caju e o Café com Letras suas canequinhas.

Também agradeço às minhas fotógrafas voluntárias. Desta vez : Raissa Ferrari, Carolina Ladeira e Giselli Ronquini. Na linha de Frente Raquel Teixeira, Rita e Cléo. No convite Carolina Leães.  Ao Mário, sempre impecável. Vocês são bárbaros.

Um especial obrigada a participação de todos, dessa vez tivemos mais de 100 participantes e fiquei feliz de poder acomodar a todos com a organização do Mário.

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Raissa Ferrari e Eliana Rigol

A 10a edição do Café com Letras me obriga, necessariamente a uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido no último ano.

Começamos em junho de 2011 com Guiomar Campbell falando sobre Aroma Terapia. Guiomar foi nossa cobaia e primeira incentivadora ao acreditar no sucesso do Café com Letras. Começamos com 20 participantes e os números foram se multiplicando. Hoje as reservas sempre ultrapassam a capacidade do Cajú.

A parceria com o Restaurante Caju funciona com base no entusiasmo comum e em um esquema simples: Mário fecha o restaurante para o Café com Letras e faz o café , um conforto para todos que não precisam trazer nada de casa. Eu cuido do resto.

O café do Mário já se tornou uma atração por suas guloseimas bem brasileiras. É o sabor do Brasil.

Muita coisa mudou e foi se ajustando ao interesse geral. O Café com Letras começou só para mulheres e já de algum tempo os homens foram pedindo e ganhando espaço. Os mais jovens se juntam aos mais velhos, e nossa convivência vai se enriquecendo a cada novo encontro.

O que não mudou e faço questão de preservar é o uso da nossa língua Mãe que faz com que todos se sintam em casa.

É a nossa cultura e a preservação de nossas raízes.

Agradeço imenso a todos os palestrantes que fizeram do Café um palco de grande responsabilidade para mim e interesse para todos.

Já passaram por aqui além de Guiomar, Danielle Lisboa, Wanja Nóbrega, Simone Bohn, Valeria Sales, Denise Gastaldo, Hudson Moura, Letícia Amaral e Eliana Rigol com Raissa Ferrari. Um time prá ninguém botar defeito e ao qual não podia deixar de querer somar-me também com meu testemunho sobre as artes plásticas no Brasil.

Os temas abordados foram os mais variados, mas buscando o interesse geral: música, empreendedorismo, violência contra a mulher, a importância do português para nossos filhos, cinema brasileiro, artes plásticas, decoração e fotografia.

Os voluntários têm um papel importante em tudo isso, desde a recepção até as fotografias e filmagens com que registramos nossos cafés.

Ainda me falta alguém para me ajudar na edição das palestra. Gostaria de publicar o resumo de cada uma. É um material precioso. Terei ouvido algum oferecimento?

Também agradeço as doações de prêmios que já se tornaram uma prática. Os prêmios são um gesto simpático de quem oferece e também divulga o seu trabalho.

Mario sempre oferece 2 jantares no Caju. Eu faço um brinde do Café e os outros prêmios são belas surpresas que recebemos na maior parte das vezes na hora do sorteio. Tudo absolutamente espontâneo.

Não tenho nenhum patrocinador, como muitos às vezes presumem. É o prazer pessoal que me anima para a organização desses encontros e o apoio de meu esposo e companheiro.

E assim o Café com Letras vem se afirmando e recebe a todos com um grande abraço, porque amizade, carinho e generosidade nunca são demais.

Isso é o que considero o” jeitinho brasileiro”.